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    Butantan fecha acordo para fornecer 2,5 milhões de doses da CoronaVac a estados

    O Instituto Butantan pode ter encerrado o contrato que previa a entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac ao governo federal, mas a produção e a distribuição da vacina continuam. O centro anunciou novos acordos de fornecimento para governos estaduais.

    O instituto confirmou um acerto com os governos do Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí para fornecer um volume de 2,5 milhões de doses da CoronaVac. 

    Mais especificamente, o Pará receberá a maior parte dessas doses, com 1 milhão. Já Espírito Santo e Mato Grosso contrataram 500 mil. O Ceará, por sua vez, receberá 300 mil, e o Piauí, 200 mil.

    Sem o acordo com o governo federal, o Butantan fica livre para começar a firmar mais acordos de distribuição. Além de acordos diretos com os estados, o instituto já declarou que pode fornecer a CoronaVac para os demais países da América Latina.

    Doses confiscadas

    O Butantan ainda lida com uma questão com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) relacionada a lotes da CoronaVac que vieram importadas da China. A agência determinou a apreensão das vacinas, que foram processadas em uma fábrica que não havia sido previamente inspecionada.

    Quando questionado sobre o tema em coletiva, Dimas Covas, presidente do Butantan, disse que se não houver liberação das doses, elas podem ser doadas a outros países que estejam precisando.

    “Nós vamos aguardar para dar o destino adequado a essas vacinas. Não estando descartada a possibilidade de doação dessas vacinas para países aqui da América Latina. É uma vacina que não tem problema de qualidade, isso já está mais do que atestado”, afirmou ele.
     
     

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    Renato Santino

    O Instituto Butantan pode ter encerrado o contrato que previa a entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac ao governo federal, mas a produção e a distribuição da vacina continuam. O centro anunciou novos acordos de fornecimento para governos estaduais.

    O instituto confirmou um acerto com os governos do Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí para fornecer um volume de 2,5 milhões de doses da CoronaVac. 

    Mais especificamente, o Pará receberá a maior parte dessas doses, com 1 milhão. Já Espírito Santo e Mato Grosso contrataram 500 mil. O Ceará, por sua vez, receberá 300 mil, e o Piauí, 200 mil.

    Sem o acordo com o governo federal, o Butantan fica livre para começar a firmar mais acordos de distribuição. Além de acordos diretos com os estados, o instituto já declarou que pode fornecer a CoronaVac para os demais países da América Latina.

    Doses confiscadas

    O Butantan ainda lida com uma questão com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) relacionada a lotes da CoronaVac que vieram importadas da China. A agência determinou a apreensão das vacinas, que foram processadas em uma fábrica que não havia sido previamente inspecionada.

    Quando questionado sobre o tema em coletiva, Dimas Covas, presidente do Butantan, disse que se não houver liberação das doses, elas podem ser doadas a outros países que estejam precisando.

    “Nós vamos aguardar para dar o destino adequado a essas vacinas. Não estando descartada a possibilidade de doação dessas vacinas para países aqui da América Latina. É uma vacina que não tem problema de qualidade, isso já está mais do que atestado”, afirmou ele.
     
     

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