Morte de adolescente de SP não tem relação com vacina contra a covid-19

Em 25 de agosto, uma adolescente de 16 anos de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, tomou a primeira dose da vacina contra covid-19 da Pfizer. No dia 2 de setembro, a jovem foi a óbito, o que levantou uma investigação acerca da relação entre sua morte e o imunizante em questão. No entanto, na última terça (21), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participou de uma reunião com especialistas que conduziram a investigação sobre a morte da garota. A conclusão é que sua morte não teve relação com a vacinação.
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O óbito foi ocasionado por um quadro clínico característico de púrpura trombótica trombocitopênica (PTT), uma doença autoimune. A avaliação dos especialistas investigadores contou com acesso aos dados de prontuário da paciente, incluindo exames complementares. Também foi validada a conclusão de que a paciente não apresentou qualquer doença cardiológica.
Uma vez fechado o diagnóstico, foi feita uma avaliação da relação entre a PTT e a vacinação. Tal avaliação considera, além dos dados das notificações, dados obtidos na investigação, informações sobre a existência de casos semelhantes em outros países, além de evidências científicas relatadas na literatura nacional e internacional. Assim, descartou-se a possibilidade de o óbito ter sido relacionado à administração da vacina. Até o momento, de acordo com a Anvisa, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos.
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“O relatório de investigação elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo foi recebido pela agência na noite deste domingo, 19 de setembro, contendo detalhes de todo o processo de avaliação que concluiu não ser possível atribuir diretamente o óbito à vacinação”, informou a Anvisa, em nota. A agência notificará a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre as investigações para avaliação quanto a qualquer possível sinal de segurança.
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Nathan Vieira

Em 25 de agosto, uma adolescente de 16 anos de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, tomou a primeira dose da vacina contra covid-19 da Pfizer. No dia 2 de setembro, a jovem foi a óbito, o que levantou uma investigação acerca da relação entre sua morte e o imunizante em questão. No entanto, na última terça (21), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) participou de uma reunião com especialistas que conduziram a investigação sobre a morte da garota. A conclusão é que sua morte não teve relação com a vacinação.
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Uma vez fechado o diagnóstico, foi feita uma avaliação da relação entre a PTT e a vacinação. Tal avaliação considera, além dos dados das notificações, dados obtidos na investigação, informações sobre a existência de casos semelhantes em outros países, além de evidências científicas relatadas na literatura nacional e internacional. Assim, descartou-se a possibilidade de o óbito ter sido relacionado à administração da vacina. Até o momento, de acordo com a Anvisa, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos.
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